QUEM É QUEM

 

Ana Célia Navarro  de Andrade historiógrafa do Centro de Documentação e Informação Científica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (CEDIC/PUC-SP), onde é responsável pelo Setor de Conservação e Reprografia; Professora efetiva do curso de extensão Introdução à Política e ao Tratamento dos Arquivos – partes I e II (CEDIC/PUC-SP), e professora convidada de outros cursos de extensão e de especialização em organização de Arquivos, realizados tanto em São Paulo,como em outros estados. Mestre em História Social pela Universidade de São Paulo - USP, e atual Presidente da Associação de Arquivistas de São Paulo - ARQ-SP.

Ana Célia Rodrigues possui graduação em História (1988), mestrado (2003) e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (2008). Especialização em Organização de Arquivos pelo Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (1992) e pelo Archivo General de la Nación, Peru / OEA (1993). Sua experiência profissional se destaca junto aos arquivos municipais, como autora dos projetos de implantação e coordenação, do Centro da Memória Santista (atual Fundação Memória e Arquivos de Santos, SP), Arquivo Municipal de Ouro Preto (MG), Arquivo Municipal de Campo Belo (MG) e Arquivo Municipal de Campinas (SP). Tem realizando conferências em eventos e ministrado cursos de arquivística promovidos por instituições brasileiras e latino-americanas, como UNICAMP, USP, Escuela Nacional de Archiveros (Peru), Archivo General de la Nación (El Salvador), entre outras. Na área de Gestão de Documentos se ressaltam os trabalhos realizados na Prefeitura Municipal de Campo Belo, MG (1997); Fundação para o Vestibular da Unesp (VUNESP), SP (1998); COCAL - Usina de Álcool e Açucar, SP. Área de Recursos Humanos (2005); Projeto de Gestão de Documentos e Arquivos das Empresas do Grupo REDE de Distribuição de Energia Elétrica, coordenado pela Fundação Energia e Saneamento de São Paulo (2007). Atualmente orienta a pesquisa científica aplicada para a definição de requisitos metodológicos do Projeto de Gestão de Documentos do Governo do Estado do Rio de Janeiro, coordenado pela Casa Civil do Governo do Rio de Janeiro e Arquivo Publico do Estado do Rio de Janeiro. Foi docente do Curso de Arquivologia da UNESP-Marília (SP) de 2003 a 2008 e coordenadora entre 2006-2007. Atualmente é Professora Adjunta do Departamento de Ciência da Informação / Curso de Arquivologia e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal Fluminense (Niterói, RJ). É autora de trabalhos publicados em revistas nacionais e estrangeiras. Tem experiência na área de Ciência da Informação, com ênfase em Arquivologia, atuando principalmente nos seguintes temas: diplomática, diplomática contemporânea, tipologia documental, funções arquivísticas (identificação, produção, classificação, avaliação), gestão de documentos e de arquivos.

Ana Maria de Almeida Camargo é doutora em História pela Universidade de São Paulo, leciona as disciplinas de Metodologia e Teoria da História no curso de graduação do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, e a disciplina de História Social no curso de pós-graduação do mesmo departamento, com a conseqüente orientação de dissertações de mestrado e teses de doutorado. No campo da Arquivologia, tem coordenado projetos e prestado assessoria em instituições públicas diversas, no Brasil e no exterior.

Ana Pavani é mestre e doutora em Engenharia Elétrica. Atuando na área de tecnologia de informação e comunicação aplicada à educação, à cultura e à disseminação da informação científica desde 1992. Professora do Departamento de Engenharia Elétrica da PUC-Rio desde 1976.

Christopher J. Prom É Professor Associado de Administração de Bibliotecas e também arquivista assistente da University of Illinois em Urbana-Champaign (Estados Unidos). Ele é doutor em história pela University of Illinois e também estudou na University of York (Reino Unido). Chris é membro com distinção da American Archivists Society e recebeu várias bolsas de pesquisa, incluindo, mais recentemente (2009-2010), a bolsa de pesquisa da Fulbright, quando coordenou um projeto no Centro de Arquivo e Estudos de Informação da University of Dundee, na Escócia, a pesquisa sobre "Abordagens Práticas para Identificar, Preservar, e Dar acesso aos documentos eletrônicos." Ele está atualmente trabalhando em um relatório de acompanhamento técnico para a Coalizão de Preservação Digital (Reino Unido) sobre preservação de e-mail . Mantem o blog Practical e-Records e publica de forma ativa. Sua pesquisa descreve as maneiras pelas quais os usuários de arquivos buscam informações relevantes para as suas necessidades e avalia os métodos que os arquivistas podem usar para atender de forma eficiente essas necessidades.Chris é também co-diretor do projeto Archon ™, que desenvolveu uma aplicação de código aberto para o gerenciamento da descrição da informação arquivistica e objetos digitais. É membro do grupo de planejamento do ArchivesSpace, que está desenvolvendo a próxima geração de sistema de gestão arquivística de documentos. Atuou na American Archivists Society em váriasfrentes e, atualmente é membro do Grupo de  Trabalho Encoded Archival Context e do conselho editorial do periódico The American Archivist. 

Claudia Suely Rodrigues de Carvalho é arquiteta, graduada pela UFRJ, em 1985, com mestrado na mesma Instituição, em 1997, e doutorado na Universidade de São Paulo (USP), em 2006. Dedica-se à preservação arquitetônica desde seu ingresso, em 1984, no IPHAN- Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional/ MinC. Integra o quadro funcional da Fundação Casa de Rui Barbosa / MinC, desde 1992, onde coordena, no Núcleo de Preservação Arquitetônica as ações para preservação do Museu Casa de Rui Barbosa. Suas pesquisas versam sobre a preservação integrada de edifícios históricos que abrigam coleções, a conservação preventiva e o patrimônio recente.

Clarissa Moreira dos Santos Schmidt  coordenadora do Centro de Documentação e Memória da GOL Transportes Aéreos S.A., atuando em gestão de documentos físicos e eletrônicos, protocolo, workflow, memória empresarial e organização da informação. Atual Vice-Presidente da Associação de Arquivistas de São Paulo – ARQ-SP; e doutoranda em Ciência da Informação pela Universidade de São Paulo - USP.

Christine Nougaret é arquivista do patrimônio do  Estado francês.  Desde setembro de 2007, é professora da École Nationale des Chartes (Paris) - instituição de ensino superior onde ministra as disciplinas “História institucional, Ciência arquivística e Diplomática do período contemporâneo". É membro do Conselho Científico do Instituto de Ciências Humanas e Sociais (INSHS) do CNRS (Centro Nacional de Pesquisa Científica). É também professora associada na pós-graduação da Universidade de Paris-Sorbonne, na Faculdade de História Moderna e Contemporânea. É membro fundador do Grupo de Pesquisa sobre os escritos pessoais (Idade Média a 1914) (http://www.ecritsduforprive.fr ).  Foi arquivista do arquivo de Nantes (1982-1991). Em 1991, foi nomeada arquivista do Ministério francês da Cultura junto à Direção dos Arquivos da França. Chefiou diversos departamentos do Arquivo Nacional, incluindo o Departamento de Documentos Privados (1999-2006). Foi especialista do Conselho Internacional de Arquivos (1992-2000), quando presidiu a Comissão Ad Hoc de Normas de Descrição, que produziu a General International Standard Archival Description - ISAD (g). Tem orientado diversas dissertações e teses, sobretudo no campo de edição de texto, de arquivos pessoais e da história do período napoleônico. É autora de numerosos estudos sobre a história dos arquivos, teoria arquivística e ego-documentos.

Daniel Flores concluiu o Doutorado em Metodologías y Líneas de Investigación en Biblioteconomía y Documentación - Universidad de Salamanca/España em 2006, como bolsista da CAPES Coodenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior/MEC, orientado pela Profa. Dra. Manuela Moro Cabero. Concluiu o mestrado em Engenharia de Produção na linha de pesquisa Tecnologia da Informação pela UFSM - Universidade Federal de Santa Maria em 2000, tornou-se especialista em Organização de Arquivos pela USP Universidade de São Paulo em 1998, graduou-se como bacharel em Arquivologia em 1998, desde o ano de 1995. Atualmente é Professor Adjunto do Departamento de Documentação da Universidade Federal de Santa Maria, desde 1998, onde ministrou disciplinas de Arquivística, Gestão Eletrônica de Documentos, Bases da GED e suas linhas de pesquisa, Reprografia, Ética e Legislação Arquivística, Tecnologia da Informaçao I e II, Digitalizaçao de Documentos, Tópicos Avançados de Bancos de Dados para a Arquivologia e orienta Estágios Supervisionados e Trabalhos de Conclusão de Curso, ademais de coordenar Projetos de Pesquisa, Extensão e Ensino. Docente do Mestrado Profissional em Patrimônio Cultural/PPGPPC-UFSM, do Curso de Especialização a distância em Gestão em Arquivos (EAD) e do Curso de graduação em Arquivologia/UFSM. Participou dos Colegiados de Departamento e Colegiado do Curso de Arquivologia, do Conselho do Centro de Ciências Sociais e Humanas e do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão-CEPE da UFSM, ademais de participar de Comissões Permanentes, Comissoes de Legislação e Normas, de Ensino e exercer cargos Administrativos como Coordenador e vice-coordenador do Curso de Arquivologia/UFSM e Chefe substituto do Departamento de Documentação/UFSM. Foi o presidente fundador da Associação dos Arquivistas do Estado do Rio Grande do Sul - AARS em 1999. É líder do Grupo de Pesquisa em Gestão Eletrônica de Documentos - GED e do Grupo de Pesquisa em Patrimônio Documental registrados no CNPQ e orientou bolsistas de Iniciação Científica. Orientou Dissertações de Mestrado no Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural, co-orientou dissertações de mestrado em Engenharia da Produção (Tecnologia da Informação/PPGEP), orientou monografias da Especialização em Gestão em Arquivos - EAD/UFSM, além de ter orientado trabalhos de iniciação científica e trabalhos de conclusão de curso nas áreas de Ciência da Informação, Ciência da Computação e Arquivística. Atualmente coordena projetos de pesquisa e extensão. Atua na área de Ciência da Informação, com ênfase em Arquivologia. Em suas atividades profissionais interagiu com 48 colaboradores em co-autorias de trabalhos científicos. Em seu currículo Lattes os termos mais freqüentes na contextualização da produção científica, tecnológica e artístico-cultural são: Estágio Supervisionado, Relatório de Estágio, Sistema de Arquivos, Arquivologia, Arquivística, Projeto de Arquivo, GED, Tecnologia da Informação, Gestão Eletrônica de Documentos, Automação em Arquivos, Documentos Eletrônicos, Digitalização de Documentos e Software Livre." Link de imagem do Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/servletrecuperafoto?id=K4707198D6

David Thomas tem PhD pela University of London e também estudou na Open University. Ele é Diretor de Tecnologia do National Archives of the UK, onde é responsável por todos os aspectos dos serviços de tecnologia, incluindo redes, áreas de trabalho, o website da instituição, pelo desenvolvimento de sistemas web, bem como pelo arquivamento e pela preservação digital. Ele é membro do Council of the Royal Historical Society e também atua como consultor externo para o desenvolvimento de sistemas para uma grande biblioteca médica. No Arquivo Nacional foi responsável pelo desenvolvimento do programa de arquivamento web do governo do Reino Unido; um serviço que captura os registros de sites do governo do Reino Unido e os torna disponíveis aos usuários. Atualmente cerca de 1.500 sites são capturadas duas vezes ao ano e o arquivo tem cerca de um bilhão de páginas. No ano passado houve mais de um bilhão de hits. He também foi responsável pelo desenvolvimento do 'programa de preservação digital, do Arquivo Nacional que está agora em sua terceira iteração de sistema. O Arquivo Nacional passou por uma grande mudança na sua percepção das necessidades para a preservação digital, passando de uma abordagem restrita que era voltada para a preservação de pequenos volumes de materiais diferentes, para o seu estágio atual que é voltado para a manipulação de grandes volumes de material e de processamento em tempo real.He também participou ativamente do programa de Continuidade Digital do Arquivo Nacional, que foi desenvolvido para fornecer orientação e apoio aos departamentos do governo visando ajudá-los a garantir a permanência  a longo prazo de materiais digitais antes que ingressassem nos arquivos.

Eliane Vasconcellos é graduada em Letras e Museologia; fez curso de Mestrado na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro PUC-Rio. Fez seu pós- doutorado no Institut de textes et manuscruts modernes (ITEM) Dirigiu o Arquivo-Museu de Literatura Brasileira, da Fundação Casa de Rui Barbosa, por quase 20 anos. É professora titular do Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, já tendo lecionado em universidades francesas (Sorbonne Nouvelle, Nanterre e Charles de Gaulle, Lille III). É especialista em acervos literários, tendo organizado e publicado os inventários dos arquivos de Clarice Lispector, Pedro Nava, Vinícius de Morais, entre outros.

Fabiana Costa Dias graduada em história pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e com pós-graduação Lato Sensu - Curso de Especialização em Organização, Planejamento e Direção de Arquivos: Gestão da Informação Arquivística (Universidade Federal Fluminense/Arquivo Nacional). Atualmente é responsável pelo acervo criativo do grupo Osklen, composto por documentos digitais, textuais, iconográfico, audiovisual e fotográfico.

Geoffrey Yeo ensina Arquivologia e Gestão de Documentos na University College of London (UCL) desde 1995. De 2002 a 2005 dirigiu o Programa de mestrado da UCL com Certificação em Arquivos e Gestão de Documentos. Em 2010 foi professor visitante na University of British Columbia, Vancouver, Canadá. Ele agora é um professor em tempo parcial na UCL e ensina Gestão de Documentos e Descrição arquivística. Tem uma vasta experiência com o trabalho de arquivos em organizações públicas e privadas no Reino Unido. Ele também trabalhou como arquivista freelance e como consultor para o International Records Management Trust. em gestão de documentos e projetos educacionais na Gâmbia, Gana, Botswana e Uganda. Ele edita a série de textos profissionais Principles and Practice in Records Management and Archives. É co-autor da publicação Managing Records: a handbook of principles and practice (Facet, 2003). Em 2009, devido a sua obra recebeu o prêmio da Society of American Arquivists "Posner Ernst” Ele é membro do conselho de administração do ICARUS, the International Centre for Archives and Records Management Research and User Studies. Seus interesses de pesquisa incluem a natureza dos arquivos, recordkeeping, classificação, arranjo e descrição; e as relações entre os documentos arquivisticos , as ações dos indivíduos e as organizações.

Georgete Medleg Rodrigues   tem pós-doutorado na Université de Paris X (Nanterre, França) sobre o tema do acesso aos arquivos no Brasil e na França. Possui doutorado em História pela Université de Paris (Paris IV- Sorbonne, França) e um DEA (Diplôme d’Études approfondies - especialização) em História pela mesma Universidade. Mestre em História pela Universidade de Brasília. Graduada em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Foi arquivista, pesquisadora e gerente cultural do Arquivo Público do Distrito Federal e consultora da Unesco para a criação do Centro de Memória do CNPq. É membro da Câmara Técnica de Normalização da Descrição Arquivística do Conarq. Autora de vários artigos e capítulos de livros nas áreas de Arquivologia, História e Ciência da Informação. Co-organizadora do livro “A representação da informação e do conhecimento na perspectiva da Ciência da Informação”. Atualmente é professora do Curso de graduação em Arquivologia e do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação da Universidade de Brasília e Diretora de Pós-Graduação do Decanato de Pesquisa e Pós-Graduação da UnB. Os temas de pesquisa e ensino com os quais trabalha estão vinculado aos arquivos nas suas dimensões social, cultural e política, com ênfase no acesso às informações arquivísticas (políticas públicas nacionais e internacionais de acesso) e arquivos como memória e patrimônio documental. Atualmente suas pesquisas e publicações têm se orientado para as questões relacionada ao acesso aos arquivos.

Icléia Thiesen graduada  em Museologia pelo MHN (1972), graduação em Biblioteconomia e Documentação pela Universidade Santa Úrsula (1980), especialização em Informação e Documentação Científica (UFRJ/IBICT), 1987, mestrado em Ciência da Informação (CNPq/IBICT-UFRJ/ECO,1992), doutorado em Ciência da Informação (CNPq/IBICT-UFRJ/ECO,1997), pós-doutorado em Ciência da Informação (Université Paul Sabatier, Toulouse III, 2008).  Atualmente é professora associada da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).  Sua experiência é na área de Ciência da Informação, com ênfase nos estudos históricos e epistemológicos, atuando principalmente nas fronteiras entre informação, memória e história. Pesquisas recentes em informação na história e na pré-história da Ciência da Informação e da natureza do documento produzido em situações-limite.

Isabel Cristina Borges de Oliveira é mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais do Programa de Pós-Graduação em História, Política e Bens Culturais (Mestrado Profissional) do Centro de Pesquisas e Documentação em História Contemporânea – CPDOC, da Fundação Getúlio Vargas. Graduada em Arquivologia e História. Experiência na área de descrição e controle terminológico, incluindo a organização de arquivo pessoal, bolsista da Fundação Casa de Rui Barbosa na linha de pesquisa “Arquivos Pessoais de Valor Histórico” – Construção de Vocabulário Controlado. Consultora em Arquivologia.

Ismênia de Lima Martins é professora Emérita da Universidade Federal Fluminense (UFF), onde se graduou e se licenciou em História (1967). Doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (1973). Participou do Programa de Pós-Doutorado CAPES-COFECUB. École des Hautes Études en Sciences Sociales (Paris 1988-1990). Especialista em História do Brasil com ênfase no 2º Reinado e na 1ª República, e no campo da história socio-econômica.Trabalha principalmente com os temas relacionados a história fluminense, imigração e gênero. Já orientou 31 dissertações de mestrado, 12 teses de doutorado. Pesquisadora 1A do CNPQ (1988-1996). Ex presidente da Associação Nacional de História e Ex Coordenadora de Editoração e Acervo da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo a Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro FAPERJ. Atualmente é: Professora do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense. Membro do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ e do Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo UNESCO. É Coordenadora do projeto Portugueses no Brasil, em cooperação com o CEPESE da Universidade do Lusíada e Universidade do Porto; do GT Imigração, Identidade e Cidadania da ANPUH e do Projeto Entrada de Imigrantes no Brasil Listagem de Vapores Arquivo.

Ivana Denise Parrela possui graduação em História pela Universidade Federal de Ouro Preto (1990), especialização em Organização de Arquivos pela Universidade de São Paulo (1991), mestrado (2002) e doutorado (2009) em História pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente, é professora adjunta de Arquivologia do Departamento de Teoria e Gestão da Informação da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais; Coordenadora geral dos projetos de requalificação do Museu Padre Toledo, em Tiradentes (MG), da Fundação Rodrigo Melo Franco de Andrade da UFMG. Tem experiências profissionais nas áreas de Arquivologia e História, trabalhando principalmente com os seguintes temas: arquivo, museu, memória, ação cultural, educação patrimonial e história de Belo Horizonte, Minas Gerais.

Johanna Wilhelmina Smit é graduada em Biblioteconomia e Documentação pela Universidade de São Paulo (1970), mestrado em Documentação pela École Pratique des Hautes Études (Paris, 1973) e doutorado em Análise do Discurso pela Universidade de Paris-I (1977). Representou a Ciência da Informação junto à CAPES por dois mandatos (2002-2007). Atua como docente junto ao Departamento de Biblioteconomia e Documentação da ECA/USP e dirige o Arquivo Geral da Universidade de São Paulo. Participa desde o início da organização do Curso de Especialização em Organização de Arquivos, promovido pela USP desde 1986. Tem experiência na área de Ciência da Informação, atuando principalmente nos seguintes temas: ciência da informação, arquivologia, arquivo fotográfico, vocabulário controlado e organização da informação.

José Maria Jardim é graduado em História pela Universidade Federal Fluminense (1978), Mestrado em Ciência da Informação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1994) e Doutorado em Ciência da Informação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1998). Foi Professor Associado do Departamento de Ciência da Informação da UFF. Ministra disciplinas na graduação em Arquivologia e Biblioteconomia e no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UFF. Em 2006-2007 coordenou o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Organização, Planejamento e Direção de Arquivos (Convênio UFF-Arquivo Nacional). No momento, desenvolve pesquisa intitulada "Políticas públicas de informação: a (não) construção da política nacional de arquivos públicos e privados”. Tem experiências profissionais nas áreas de Arquivologia e Ciência da Informação, abordando principalmente os seguintes temas: gestão de arquivos, políticas públicas de informação, políticas de arquivos, governo eletrônico, ensino e pesquisa em Arquivologia, direito à informação e gestão da informação governamental. Entre março de 2008 e fevereiro de 2009 desenvolveu atividades de pós-doutorado no Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC) da Fundação Getúlio Vargas e no Observatorio Archivistica y Sociedad do Departamento de Documentação da Universidad Carlos III de Madrid. É professor do curso de Arquivologia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).

Laura Millar  trabalha como consultora independente há 30 anos nas áreas dos arquivos e gestão da informação, educação e formação; edição, redação e publicação. Ela recebeu seu mestrado em Estudos de Arquivo na University British Columbia em 1984 e seu doutorado no ano de 1996, em Estudos arquivísticos na University College of London . Tem lecionado nos campos da Arquivologia, Gestão de arquivos, edição e publicação. É autora de numerosas obras e  realiza apresentações sobre vários temas relacionados arquivos, edição e educação. Atua como consultora no Canadá e internacionalmente, em instituições como United Church of Canada, the World Bank, the United Nations, the International Council on Archives,  e no Asia Development Bank, bem com para os governos ao redor do mundo, incluindo Alasca, Alberta, Ontário, Bermuda, Trinidad e Botswana. Seus últimos livros The Story Behind the Book: Preserving Authors’ and Publishers’ Archives foi publicado pela editora Simon Fraser University do CCSP em 2009, e Archives: Principles and Practices, publicado pela Editora Facet em 2010, recebeu da Society of American Archivists em 2011, o Prêmio Waldo Leland Gifford por "escrever com excelência e grande contribuição" no campo de arquivos.

Leila Estephanio de Moura é graduada em História e possui especialização em Arquivos pela Universidade de São Paulo. Trabalha no Arquivo Histórico e Institucional da Fundação Casa de Rui Barbosa desde 1995. Concluiu o mestrado Profissionalizante em Bens Culturais e Projetos Sociais, do Centro de Pesquisas e Documentação em História Contemporânea - CPDOC, da Fundação Getúlio Vargas.

Louise Craven  ex- diretora do Arquivo Nacional do Reino Unido e pesquisadora em Arquivologia, tem mestrado pela University of Kent e  PhD pela  University of Leicester,  foi Chefe de catalogação no National Archives da Inglaterra, País de Gales e  Reino Unido de 2006-2010. Antes deste posto, trabalhou como arquivista para a Historical Manuscripts Commission e para o Greater London Record Office (agora London Metropolitan Archives), e como professora para a Open University e para a University of Greenwich. Ela participou nos últimos anos de conferências voltadas para a temática arquivistica e publicou em uma variedade de tópicos sobre arquivistica e história e, mais recentemente, sobre o desenvolvimento de metadados para catálogos arquivísticos e sobre o papel atual da narrativa épica e heróica em arquivos e na sociedade.In 2007-8, editou What are Archives? Cultural and Theoretical Perspectives: a reader, uma coletânea de artigos que inovou os estudos de Arquivologia no Reino Unido, trazendo questões filosóficas, políticas e culturais à tona dentro de uma profissão que tradicionalmente concentra-se na prática, e não no porquê, do trabalho de arquivo. Mais recentemente, ela tem contribuído para a área de estudos arquivisticos e de informação na University of Glasgow e isso a levou ao seu trabalho atual que analisa arquivos e  identidade em um contexto internacional.

Lucia Maria Velloso de Oliveira é graduada em Historia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1986), graduação em Arquivologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (1992), mestrado em Ciência da Informação pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia e Universidade Federal Fluminense (2006). Doutora da Universidade de São Paulo, do programa de Pós- Graduação em História Social. Preside a Associação dos Arquivistas Brasileiros (AAB). Chefe do Serviço de Arquivo Histórico e Institucional da Fundação Casa de Rui Barbosa, desde 2002. Professora contratada da Universidade Federal Fluminense (2007-2008). Tem experiência na área de Ciência da Informação, com ênfase na questão do Usuário e Uso da Informação Arquivística e transferência da informação. Atua principalmente com as seguintes temáticas: organização de arquivos, arquivos pessoais, gestão de documentos, e descrição arquivística.

Luciana Heymann é graduada em história, mestre em antropologia social e doutora em sociologia, integra a equipe do CPDOC desde 1986. Em 2007, assumiu a coordenação do Programa de História Oral. Com vinte anos de experiência no campo da documentação, tem atuado junto a entidades da área arquivística, como o Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ, e o Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da UNESCO, para o qual foi eleita vice-presidente no biênio 2009-2010. Sua produção acadêmica tem se voltado para o campo da sociologia da memória, tanto no que diz respeito aos processos sociais de construção e institucionalização de acervos pessoais como patrimônio público quanto no que toca às políticas memoriais e aos usos do passado em contextos de luta por direitos.

Luiz Fernando Sayão é graduado em Física pela UFRJ, mestre e doutor em Ciência da Informação pelo IBICT/UFRJ. Tecnologista senior da Comissão Nacional de Energia Nuclear onde exerceu os cargos de chefe do Centro de Informações Nucleares, Chefe da Divisão de Tecnologia da Informação, Representante do Brasil no INIS - International Nuclear Information System da Agência Internacional de Energia Atômica, Coordenador Geral da RRIAN - Red Regional de Información en el Area Nuclear. Foi consultor do projeto Biblioteca Digital Brasileira (IBICT). Atualmente é membro do Conselho de Ensino da CNEN, do Comitê Técnico-Científico do IBICT e do Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos do CONARQ - Conselho Nacional de Arquivos. Organizador e co-autor do livro "Biblioteca Digitais: Saberes e Práticas"; consultor técnico da Biblioteca Digital Ariano Suassuna.

Margareth Silva é professora-assistente do curso de Arquivologia da Universidade Federal Fluminense, membro da Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos do Conselho Nacional de Arquivos e pesquisadora do Projeto InterPARES-Brasil (Projeto Internacional de Pesquisa sobre Documentos Arquivísticos Autênticos em Sistemas Eletrônicos).

Maria Celina Soares de Mello e Silva é formada em Arquivologia pela Universidade Federal Fluminense e doutorada em História Social pela USP. É arquivista do Museu de Astronomia e Ciências Afins desde 1988, atuando no arquivo de História da Ciência, tendo se especializado na preservação e organização de arquivos pessoais de cientistas e de instituições de ciência e tecnologia. É Coordenadora do Curso de Especialização em Preservação de Acervos de Ciência e Tecnologia, onde também leciona a disciplina "Arquivos científicos e gestão de documentos". Participa da AAB desde 1987.

Maria Luisa Conde Villaverde Su labor profesional se ha centrado fundamentalmente en el campo de los archivos administrativos, desempeñando la dirección de varios archivos centrales, y, desde 1986 hasta 2005, la dirección del Archivo General de la Administración.Desde noviembre de 2005, está destinada en la Unidad de Apoyo al Fiscal General del Estado donde es responsable del Área de Gestión de la Información . Igualmente, en la última década, también, ha trabajado en el campo de los documentos electrónicos. En el área Iberoamericana, su actividad se ha centrado en la coordinación del Grupo Iberoamericano de Gestión de Documentos y en la participación en numerosos proyectos, fundamentalmente centrados en el campo de la formación, en Perú, Bolivia, Brasil, etc. Como representante de España ha formado parte de diferentes Comités del CIA, entre ellos el CRC (Courrent Records Committée),y, posteriormente, el CERC (Electronic Records Committee), y desde 2004 hasta julio de 2008 ha presidido la Sección del CIA de Archivos de Arquitectura. En el ámbito europeo, ha sido miembro de numerosos grupos de expertos entre los que cabría destacar el Comité Científico del DLM FORUM, y la Comisión para la aplicación de la Directiva europea sobre reutilización de la información administrativa. Ha participado en grupos de trabajo especializados en Records Management y documentos electrónicos.Ha sido miembro del Grupo CARMEN (Control ARchivístico de la Memoria ElectróNica), creado por la Subdirección General de Archivos Estatales de España, y ha sido miembro del grupo de trabajo formado por el Consejo Superior de Informática para la elaboración de los Criterios de Conservación de Documentos Electrónicos. En la actualidad es miembro del Comité 50 de ISO, a través del subcomité de la Norma 15489.Desde el año 2005 es responsable del Área de gestión de la Información en la Unidad de Apoyo al Fiscal General del Estado, puesto desde el que coordina la gestión y coordinación de los archivos y bibliotecas dependientes del Ministerio Público en todo el territorio del Estado Español.Tiene una amplia experiencia docente tanto en el ámbito de los archivos y de la Administración, como en el de la Universidad donde colabora, desde hace 18 años, como profesora asociada de Archivística en la Facultad de Documentación de la Universidad de Alcalá de Henares.Tiene numerosas publicaciones y colaboraciones en revistas españolas y extranjeras.

Maria Luisa Ramos Soares é doutora em Conservação-Restauração do Patrimônio Histórico pela Universidade Politécnica de Valencia-Valencia-Espanha (2006). Mestre em Ciência da Informação com concentração em Administração da Preservação - Columbia University. School of Library Service-NY-USA (1992).Bolsista do Instituto Getty Los Angeles-USA (1990). Especialização em restauração de papel pelo International Centre For Study Of Preserv. And Restorat. Of Cult. Property, ICCROM (Roma-Italia)(1986). Projetou , implantou e coordenou o Setor de Preservação da Casa Rui Barbosa (1978\2009). Atualmente é professora do Curso de Conservação-restauração da UFRJ-EBA.

Miriam Paula Manini possui Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais pela UNESP/Araraquara, 1987; Mestrado em Multimeios pela UNICAMP, 1993; Especialização em Conservação e Preservação Fotográfica pelo Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da FUNARTE, 1994; Especialização em Organização de Arquivos pelo Instituto de Estudos Brasileiros da USP, 1998; e Doutorado em Ciências da Comunicação (Área: Ciência da Informação) pela ECA/USP, 2002. Desde 2002, é professora do Curso de Arquivologia (onde ministra a disciplina Conservação e Restauração de Documentos) e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade de Brasília, onde já orientou inúmeras monografias e dissertações com o tema Preservação. Atua, principalmente, com os seguintes temas: Memória e Informação, Cinema e Arquivo, Leitura e Indexação de Imagens, Análise Documentária de Fotografias, Conservação de Documentos em geral. É líder do Grupo de Pesquisa Imagem, Memória e Informação, membro do Grupo de Pesquisa e Extensão da Câmara dos Deputados Vídeo Digital na Câmara dos Deputados: a relação entre preservação digital versus memória institucional e membro do Grupo de Pesquisa Preservação de Bens Culturais.

Paulo Roberto Elian dos Santos  é graduado em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ). Mestre e doutor em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). É vice-diretor da Casa de Oswaldo Cruz/Fundação Oswaldo Cruz onde coordena o Sistema de Gestão de Documentos e Arquivos. É membro do Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ). Integra o Conselho Editorial da Revista Arquivo & Administração da Associação dos Arquivistas Brasileiros (AAB). Tem experiência na área de Arquivologia, com ênfase em Organização de Arquivos, atuando principalmente nos seguintes temas: classificação e descrição em arquivos permanentes; arquivos pessoais; e gestão de arquivos de instituições de ciência & tecnologia e saúde.

Renata Silva Borges  Arquivista pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e membro da diretoria da AAB.Tem especialização em Planejamento, Direção e Organização de Arquivos pelo Arquivo Nacional e UFF. Funcionária da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) desde 2006, atuando na organização de arquivos. Chefe do arquivo de História da Ciência do Museu de Astronomia e Ciências Afins (2003 – 2006). Professor substituto da UFF (2009 – 2010).

Renato Tarciso Barbosa de Sousa é graduado em História pela Universidade de Brasília (1990), mestre em Biblioteconomia e Documentação pela Universidade de Brasília (1995) e doutor em História Social pela Universidade de São Paulo (2005). Atualmente é professor adjunto da Universidade de Brasília. Tem experiência na área de Ciência da Informação, com ênfase em Organização de Arquivos, atuando principalmente nos seguintes temas: arquivologia, organização de arquivos, gestão de documentos, formação profissional e políticas públicas de arquivo.

Robert Horton é vice-diretor associado  do Institute of Museum and Library Services. Foi arquivista do estado e diretor da Divisão de Biblioteca, Publicações e Coleções na Minnesota Historical Society. Ele estudou História na Brown and Yale, e em seguida, começou a sua carreira de arquivista no State Archives of Indiana . Entre outras atividades atua como consultor no College of St. Catherine’s Library and Information School; no Legacy Tobacco Document Library da University of California San Francisco; no projeto de Informação Pública da University of North Carolina’s Educating Stewards e dirige o grupo de trabalho sobre práticas descritivas do Center for Legislative Archives. Atualmente dirige o Programa de Preservação e Infraestrutura para a Informação Digital Nacional, trabalhando com  conteúdo legislativo digital e sua preservação; o programa de história oral de imigrantes on-line, financiado pelo Institute for Museum and Library Services; representa Minnesota no projeto de digitalização do National Newspaper, financiado pela National Endowment for the Humanities, participa do projeto de digitalização de jornais de língua sueca, em colaboração com a Biblioteca Nacional da Suécia. Suas publicações mais recentes incluem A Cautionary Tale about Laws, Records and Technology. Documenting Society and Institutions: Essays in Honor of Helen Willa Samuels (Society of American Archivists, 2011) and Government 2.0: Government in the Age of YouTube (National Electronic Commerce Coordinating Council, 2007).

Sérgio Conde de Albite Silva é arquivista-conservador. Doutor em Ciência da Informação pela Universidade Federal Fluminense em convênio com o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia UFF-IBICT, mestre em Memória Social e Documento e bacharel em Arquivologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. É professor adjunto da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO. Publica na área de Arquivologia, Ciência da Informação e Biblioteconomia, com ênfase na preservação da informação arquivística, políticas públicas de preservação e conservação preventiva em arquivos e bibliotecas.

Silvana Goulart França Guimarães é licenciada e mestre em História Social, pela Universidade de São Paulo - USP. Trabalhou no Departamento de Arquivo do Estado de São Paulo, onde organizou o arquivo de Júlio Prestes de Albuquerque e publicou seu inventário. Desde 1988 é sócia da Grifo Projetos Históricos e Editoriais, escritório especializado em organização de acervos, montagem de centros de memória, pesquisa histórica e edições de livros e outros produtos culturais, atuando em instituições e empresas públicas e privadas. Tem se dedicado a estudar temas relativos à memória, sobre os quais escreve e ministra cursos.

Susan Thomas trabalha como arquivista digital para a Bodleian Library, e é responsável pelas coleções nascidas digitais da Biblioteca. Atua como gerente do projeto futureArch que é financiado pela Andrew W. Mellon com o objetivo de promover uma abordagem para a custódia sustentável de arquivos nascidos digitais na Bodleian (ver http://futurearchives.blogspot.com). Este trabalho inclui a introdução dos serviços de captura, armazenamento, preservação e acesso ao material arquivística digital. Susan vem atuando nos últimos sete anos em projetos referentes aos arquivos digitais e é uma conferencista freqüente, bem como autora sobre os temas correlatos. Sua mais recente publicação foi um capítulo  para o volume I Digital: Personal Collections in the Digital Era, editado por Christopher A. Lee (Society of American Archivists: 2011). Além de sua função na Bodleian, Susan é professora honorária no Centro de Estudos Arquivísticos e de Informação da University of Dundee, onde divide o módulo ‘Management and Preservation of Digital Records’, parte do programa de pósgraduação do Centro. Susan tambem atua no Comitê (UK & Ireland) Archives & Records Association’s Data Standards Group, onde como instrutora organizou uma série de apresentações itinerantes pelo Reino Unido, sobre preservação digital e ferramentas de 2009/2010. Outras atividades relacionadas à preservação digital em que participa incluem a elaboração como consultora, do relatório CLIR de dezembro de 2010, ‘Digital Forensics and Born-Digital Content in Cultural Heritage Collections’; a participação no Comitê do programa da Conferência de iPres; no Comitê de Consultores do Projeto the Digital Lives; e como expert no projeto  Bitcurator. Susan possui mestrado em Artes em Administração de Arquivos e Documentos pela University of Liverpool, e bacharelado em Artes em Literatura e Língua Inglesa pela University of Manchester.

Theo Thomassen  estudou história na Universidade de Leiden (1985) e Arquivística na Escola Holandesa de Arquivo (1979 e 1989). Em 2009, obteve seu doutorado com honras na Universidade de Amesterdam, em função da tese de Instruments of Power. The States-General and their archives 1576-1796. Poucos meses depois, foi nomeado professor em Arquivologia no Departament of Media Studies (programas em Arquivologia e Estudos de Informação) nesta Universidade. Seu discurso inaugural foi intitulado Arquivologia, Património e Politização. Antes, de assumir na Universidade de Amesterdam, Thomassen atuou como Diretor da Academia de  Reinwardt, na Faculdade de Patrimônio Cultural da Escola de Artes de Amesterdam, oferecendo um programa de Bacharel  em educação patrimônial e um programa de  mestrado internacional em Estudos de Museus (2002-2009). Anteriormente trabalhou 15 anos na Escola Holandesa de Arquivo, nove dos quais atuou como Diretor (1990-1998). Thomassen também já desenvolveu atividades internacionais. Ele serviu como (vice) presidente do Conselho Internacional de Arquivos na  "Seção de Educação e Formação Arquivística (1990-2000) e foi um dos fundadores da revista internacional Archival Science.Thomassen dedica seu mandato para o ensino e a pesquisa em vários aspectos da ciência  e prática arquivística, incluindo teoria e metodologia arquivística, a história dos arquivos, sistema de arquivamento, profissionalização e códigos de conduta, arquivos como patrimônio cultural, e acesso e ferramentas de acesso.

Tom Nesmith é Professor Associado, fundador e diretor do programa de mestrado em Estudos Arquivísticos do Departamento de História da University of Manitoba. Ele também foi reitor associado das Artes da mesma universidade, no período de 2001 a 2004. Seu doutorado é sobre a história canadense. Atuou como arquivista no National Archives of Canada de 1978 a 1990, quando deixou o Arquivo para criar o programa de Estudos Arquivísticos. Ele trabalhou como editor geral do periódico Archivaria de 1984 a 1986. Recebeu da Association of Canadian Archivists' o prêmio W. Kaye Lamb de 2005 pelo programa de bolsas mais avançado, no Canadá. Ele é membro da Association of Canadian Archivists' e tem vasta obra sobre a educação em Arquivos e a teoria e prática arquivística.

Vânia Lúcia Ribeirio Vieira é Procuradora Federal, é Diretora de Prevenção da Corrupção da Controladoria-Geral da União do Brasil. Mestre em Direito Administrativo pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG. Bacharel em Direito também pela UFMG e em Administração Pública pela Escola de Governo da Fundação João Pinheiro de Minas Gerais. Trabalha na Controladoria-Geral da União desde 2004, tendo participado da fundação da Secretaria de Prevenção da Corrupção e Informações Estratégicas, criada em janeiro de 2006, onde se encontra, desde então, à frente da Diretoria de Prevenção da Corrupção, que tem como principal missão promover a transparência e o acesso à informação pública, engajar e capacitar cidadãos para o controle da gestão pública, promover a ética no setor privado e adotar medidas para o aperfeiçoamento do sistema nacional de integridade brasileiro. Atua também, desde 2006, como perita titular representante do Brasil no Mecanismo de Acompanhamento da Implementação da Convenção Interamericana contra a Corrupção – Mesicic da Organização dos Estados Americanos - OEA, tendo exercido a Presidência de seu Comitê de Peritos no período de 2009 a 2011. Preside o Comitê Gestor do Cadastro Nacional de Empresas Comprometidas com a Ética e a Integridade - Cadastro Empresa Pró-Ética e a Comissão Organizadora Nacional da 1ª Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social e , neste momento, atua também na coordenação da implementação do sistema brasileiro de acesso à informação (a Lei Brasileira de Acesso à Informação entrará em vigor em maio de 2012) e da implementação do Plano de Ação do Brasil junto à Open Government Partnership.

William G. LeFurgy é gerente do projeto de iniciativas digitais da Library of Congress,  e do Programa de Preservação e Infraestrutura para a Informação Digital Nacional.  Ele lidera o time digitalpreservation.gov communications, que utilize a web e as mídias sociais para integrar as audiências de profissionais e o público. O grupo publica o  blog, “The Signal,” e gerencia o @ndiipp Twitter stream.  LeFurgy atua em um conjunto variado de iniciativas e programas, incluindo o desenvolvimento de uma abordagem nacional para a gestão de dados geoespaciais, assim como os 4 projetos colaborativos envolvendo 35 estados em torno da preservação da informação governamental digital.  Atua como conferencista em tópicos pertinentes à preservação digital, reuniu-se com vários grupos pelo mundo para discutir todos os aspectos da matéria. Anteriormente, LeFurgy trabalhou com arquivos eletrônicos no National Archives and Records Administration, como arquivista da cidade de Baltimore. Possui memória do cartão perfurado, monitores monocromáticos, microprocessadores, é também um entusiasta criador e consumidor das mídias sociais. É bacharel em História pela McGill University, e possui mestrado em História pela University of Maryland.

 

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