SEMINÁRIOS


II Seminário de Arquivos Pessoais na era digital


13h – 17h

 

Coordenação: Isabel Cristina Borges de Oliveira, membro da diretoria da Associação dos Arquivistas Brasileiros (AAB) e consultora em Arquivologia.

 

Tema: Arquivos pessoais: preservação e acesso

 

Com a implementação de novos recursos tecnológicos na vida pessoal, os documentos passam a ser produzidos em um novo ambiente: o ambiente digital. As fotos digitais, e-mails e blogs integram-se aos mecanismos tradicionais de registro da vida pessoal. Em paralelo a esse movimento da sociedade, as instituições e serviços arquivísticos vêm desenvolvendo iniciativas de digitalização de suas coleções visando à ampliação do uso dos documentos. Neste contexto, duas questões se impõem atualmente, ao discutirmos os arquivos pessoais e a produção de documentos digitais: a preservação desses acervos e as políticas que definem a maneira pela qual essas coleções serão disponibilizadas para o usuário.

 

13h – 14h30

 

Conferencista:


Maria Celina Soares de Mello e Silva, Museu de Astronomia e Ciências Afins

Eliane Vasconcellos, Fundação Casa de Rui Barbosa

Luciana Heymann, Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil

 

 

 

14h30 – 15 h Intervalo para café


 

 

15h30 – 17h Apresentação de trabalhos selecionados.


 

 

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IV Seminário de Documentos Eletrônicos

 

9h – 17h

 

Coordenação: Margareth Silva, membro da diretoria da Associação dos Arquivistas Brasileiros e professora da Universidade Federal Fluminense.

 

Tema: Repositórios digitais e acesso

 

As organizações públicas e privadas e os cidadãos vêm cada vez mais produzindo informações, documentos e documentos arquivísticos exclusivamente em formato digital. Parcela significativa deste mundo digital constitui um patrimônio arquivístico que precisa ser preservado e acessível para as gerações atuais e futuras. No entanto, esse patrimônio pode se perder em virtude da obsolescência tecnológica, da incapacidade dos sistemas informatizados assegurarem a preservação de longo prazo e da fragilidade do armazenamento digital. Além disso, o patrimônio arquivístico digital corre sérios riscos no que diz respeito a sua autenticidade, impossibilitando-o de se apresentar como registro confiável das ações de organizações, pessoas e governos.

Para se realizar a preservação digital, são necessários sistemas de informação capazes de gerir e armazenar este tipo de material: os repositórios digitais. Estes compreendem soluções tecnológicas e definições conceituais, metodológicas, administrativas e legais a respeito do material a ser preservado, bem como recursos humanos e financeiros compatíveis. Além disso, é fundamental que os repositórios garantam a entrada, o processamento, a organização, o armazenamento, a aplicação das estratégias e técnicas de preservação digital, bem como o acesso e a disseminação dos objetos digitais custodiados. Além de discutir os modelos para os repositórios, esta sessão pretende discutir as variedades de apresentação dos objetos digitais para os usuários e a coincidência ou não com os objetos que os produtores transferiram para o repositório.

 

9h – 12h

Conferencistas:


David Thomas, Diretor de Tecnologia e de Informação no Arquivo Nacional do Reino Unido.


Luiz Fernando Sayão, Comissão Nacional de Energia Nuclear e Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos.

 

 

12h – 14h Intervalo para almoço

 

 

14h -18h

 

Apresentação de trabalhos selecionados.

 

 

14h30 – 15 h Intervalo para café

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I Seminário Políticas e dispositivos de acesso aos arquivos públicos

 

13h – 17h

O final dos anos 1989 representou um marco na evolução das leis de acesso aos arquivos em vários países, quando se inicia a revisão ou a elaboração da legislação sobre o tema. Tanto a revisão como a criação de leis sobre o acesso resultaram, em larga medida, de demandas da sociedade por transparência dos atos governamentais, bem como da necessidade de pesquisa nos arquivos nas mais diversas áreas do conhecimento e que vão desembocar, no século XXI, em um aumento significativo no número de países que revisaram ou criaram leis específicas. No interior desse movimento, uma tensão se faz presente quanto à questão dos prazos de sigilo de documentos considerados "sensíveis", apresentando-se com maior ou menor intensidade, dependendo da história de cada país e das concepções particulares, ou interpretações, dos assuntos objeto de sigilo. Dentre as questões que se impõem nesse contexto, destacam-se: a) as legislações e outros dispositivos de acesso aos arquivos, isto é, como eles são concebidos, elaborados e implementados; b) o impacto das legislações e normas para as instituições produtoras/custodiadoras de acervos, bem como para os usuários; c) a introdução de princípios relacionados às boas práticas no acesso aos arquivos.

 

Programa

 

O acesso aos arquivos: impacto das leis para as instituições e os usuários

 

Coordenadora: Georgete Medleg Rodrigues - Universidade de Brasília

 

Conferencistas :

 

A nova lei de arquivos da França e os Princípios de Acesso do Conselho Internacional de Arquivos

Christine Nougaret - Arquivista paleógrafa , Professora e Pesquisadora da École Nationale des Chartes


Em busca da verdade: o papel dos arquivos

Ana Maria de Almeida Camargo – Universidade de São Paulo

 

14h30 – 15 h Intervalo para café


 
A Lei 12.527: impacto nas instituições arquivísticas brasileiras

Jaime Antunes da Silva - Diretor do Arquivo Nacional


A Lei de Acesso às informações públicas : o papel da Controladoria-Geral da União 

Vânia Vieira, Controladoria-Geral da União

 

Os arquivos "sensíveis": tesouro ou miragem?

Icléia Thiesen – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO

 


 

9h -17 h  Seminário  Arquivos e Centros de Memória Empresarial

 

Coordenação: Ana Célia Navarro  de Andrade (Historiógrafa do CEDIC/PUC-SP e Presidente da ARQ-SP) e Clarissa Moreira dos Santos Schmidt (Coordenadora do Centro de Memória do Grupo GOL e Vice-Presidente da ARQ-SP).

 

Tema: Arquivos e Centros de Memória Empresarial

Arquivos e centros de memória estão cada vez mais presentes em empresas de perfil variado e dos mais diversos setores, tais como indústrias de alimentos, cosméticos, automotivas, bancos, bolsas de valores, hospitais, clubes, companhias aéreas, universidades, redes de comunicação. Independente da configuração, temática ou nomenclatura, consolidam-se no mundo contemporâneo essas entidades, quase sempre custodiadoras de documentos privados, produtoras de pesquisas e promotoras de atividades de divulgação. Além de discutir os modelos de tais entidades, o seminário pretende refletir sobre sua importância para as empresas, para os profissionais da Arquivologia e para pesquisadores, acadêmicos ou não.

 

Objetivos:

Apresentar e discutir as diferenças entre os arquivos e os centros de memória no âmbito das empresas.
Discutir a repercussão dessas entidades para as comunidades empresarial e de pesquisadores.
Discutir como demonstrar valores e usos gerados pela preservação da memória empresarial.
Apontar o crescimento desse novo campo de trabalho ligado à memória empresarial.

 

9h-10h30

 

Conferencista

 

Arquivos empresariais e centros de memória

 

Silvana Goulart França Guimarães, Grifo Projetos

 

10h30-12h - Apresentação de trabalhos selecionados

12h - 13h - Intervalo para o almoço

13h – 17h  Apresentação de trabalhos selecionados 

14h30- 15 h Intervalo para café 

 

Informações Adicionais